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Resiliência: o que é e como ser resiliente

 
Por Equipe editorial. 18 março 2019
Resiliência: o que é e como ser resiliente

"As crianças são inerentemente vulneráveis, no entanto, por vezes são fortes na sua determinação para sobreviver e crescer".

Radke-Yarrow e Sherman (1990)

A história é testemunha de primera mão da inimaginável capacidade que o ser humano possui na hora de sobrepôr-se a tragédias, catástrofes, experiências limite, etc. O ser humano pode mostrar uma grande capacidade para superar a devastação, a privação, perdas e experiências estressantes e dolorosas, seguindo em frente sem perder o sentido da vida. Neste artigo de Psicologia-Online, falaremos de resiliência: o que é e como desenvolvê-la para que você aprenda a superar a tragédia e catástrofe pessoal.

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O que é resiliência - significado

A história do homem demonstrou que, como diz Boris Cyrulnik, "nenhuma ferida é um destino". Exemplos como o de Job, Anne Frank, Victor Frankl e de outros menos conhecidos (mas não menos relevantes), como alguns dos sobreviventes do holocausto judeu nas mãos dos nazis, o muitas das crianças órfãs dos bombardeamentos de Londres na segunda guerra mundial que, de alguma maneira, foram capazes de reorganizar as suas vidas e superar o horror da guerra e a devastação, mostram a grande capacidade do ser humano para se recuperar de experiências traumáticas.

O termo resiliência teve origem no mundo da física. Se usa para expressar a capacidade de alguns materiais de voltar ao seu estado ou forma natural depois de sofrer altas pressões deformadoras.

Resiliência bem do latim resalire (re saltar). Conota a ideia de saltar ou ser repelido. O prefixo re diz respeito à ideia de repetição, reanimar, retomar. Apresentar resiliência é, desde o ponto de vista psicológico, recuperar, superar, seguir em frente depois de ter vivido uma experiência traumática.

Segundo maria Eugênia Moneta, o significado de resiliência consiste no "processo de possuir uma boa tolerância a situações de alto risco, demonstrado um ajuste positivo em relação a adversidade ou trauma, e manejando as variáveis associadas ao risco perante situações difíceis.

Definição de resiliência

A resiliência é, portanto, a capacidade que o ser humano tem para enfrentar e superar situações adversas - situações de alto risco (perdas, danos recebidos, pobreza extrema, maltrato, circunstâncias excessivamente estressantes, etc.), gerando uma aprendizagem no processo e até mesmo uma transformação. Supõe uma alta capacidade de adaptação às exigências estressantes do seu ambiente. A resiliência gera a flexibilidade para mudar e reorganizar a vida depois de ter recebido altos impactos negativos.

Contudo, resiliência não se trata da capacidade de sofrer e aguentar como um estoico. Mais do que a capacidade de enfrentar e resistir ao maltrato, a resiliência é a capacidade de recuperar o desenvolvimento que o indivíduo tinha antes do impacto. A resiliência de uma pessoa permite superar o trauma e reconstruir a sua vida. Boris Cyrulnik chega ainda mais longe e fala da "capacidade do ser humano para superar um trauma e, sem ficar marcado para toda a vida, ser feliz".

Logo, podemos concluir que a resiliência não significa invulnerabilidade nem impermeabilidade ao estresse e à dor, mas sim o poder de se recuperar (boucing back) e de superação depois de sofrer duras adversidades e experiências estressantes/(traumáticas.

Como ser resiliente

A resiliência é influenciada por fatores congênitos (aspetos constitucionais, atributos pessoais)? É possível desenvolver resiliência? O que determina que algumas pessoas consigam superar as suas experiências traumáticas enquanto outras sucumbem perante as mesmas, dada a sua vulnerabilidade? O que ocorre para que pessoas que nasceram e foram criadas em situações de risco se tenham desenvolvido psicologicamente saudáveis e com sucesso? Existem fatores sociais (ambiente familiar, social e cultural) ou intra-psíquicos que tendem a criar resiliência em algumas pessoas? O desenvolvimento da resiliência está limitado a determinadas etapas específicas da vida? Estas são algumas da questões que surgem ao falar deste tema.

Podemos, desde já, dizer que uma pessoa não nasce resiliente. A resiliência não é uma espécie de fortaleza inata e também não é adquirida como parte do desenvolvimento natural das pessoas. A resiliência não é uma capacidade que de desenvolve fora de contexto, por vontade da pessoa. A pessoa não constrói a resiliência sozinha, ela tem relação com um determinado ambiente que rodeia o indivíduo.

Por outro lado, não existe um padrão ou uma fórmula fixa para edificá-la, cada pessoa vai desenvolvendo a resiliência de acordo com as próprias necessidades e segundo as duas diferenças culturais, em função do contexto no qual vive. Nesse sentido, o contexto cultural possui um papel fundamental no modo como cada pessoa interpreta e lida com a adversidade e com as experiências estressantes que a vida apresenta. Assim, cada pessoa desenvolve as suas próprias estratégias para lidar com as experiências traumáticas. De qualquer forma, depende de como a interação entre a pessoa e o seu ambiente ocorre. Sobre isso, Boris Cyrulnik diz que "a resiliência não se tece: não devemos procurá-la apenas no interior da pessoa nem no seu ambiente, mas sim entre os dois, porque se traduz constantemente num processo íntimo que caminha de mãos dadas com o ambiente social". Em palavras do biólogo Maturana, é uma "dança entre os dois".

Segundo o neuropsiquiatra Boris Cyrulnik, existem dois fatores que promovem a resiliência nas pessoas:

  • Se a pessoa pode traçar um princípio de personalidade cedo na sua infância, através de um apego seguro no qual se força a relação com o outro (cuidador), através da interação e intercâmbio que cria a resiliência desde a comunicação intrauterina, passando pela conexão com o cuidador, especialmente a mãe, que providencia a segurança afetiva nos primeiros anos de vida. Este tipo de interação converte-se em um mecanismo de proteção.
  • Se, logo desde a experiência traumática, se organiza uma rede de "tutores do desenvolvimento" em redor da pessoa, ou seja, a possibilidade de se agarrar ou se apoiar em alguém ou algo. Este algo ou alguém para se segurar se torna um professor de resiliência que promove ou provoca o desenvolvimento psicológico saudável e funcionar depois do trauma. Este cuidador age como o meio para que a criança desenvolva um sentido de vida e identidade.

O apego: desenvolvimento da resiliência e da vulnerabilidade

O apego - a forma como se vinculam o cuidador e a criança desde uma idade precoce - constitui um fator decisivo na construção da personalidade, e em como o indivíduo aprende a regular as próprias emoções. O apego dá lugar aos primeiros sentimentos e sensações positivos (afeto, segurança, confiança) ou negativos (insegurança, medo, abandono).

O apego pode ser definido como o vínculo que uma pessoa estabelece para formar um laço emocional intenso com outra. Esta tendência do ser humano, especialmente numa idade precoce, a vincular-se emocionalmente com a pessoa que interpreta como sendo seu cuidador, é uma necessidade biológica primária (não aprendida), tão essencial como a fome ou a sede.

A disposição ou necessidade da criança para estabelecer vínculos estáveis com os seus progenitores ou substitutos dos mesmos é tão forte que, mesmo na presença de uma figura "negativa", ele é estabelecido. Neste caso, falamos de apego evasivo, apego ambivalente ou apego desorganizado, os quais explicaremos mais abaixo.

A verdade é que a formação do apego exerce uma influência fundamental na saúde mental e no desenvolvimento emocional da criança, tendo um impacto alto na organização e regularização cerebral. Além disso, terá uma incidência determinante na forma como essa pessoa se relaciona e comporta com outras pessoas na idade adulta. O estado de segurança ou insegurança, ansiedade/medo ou estabilidade emocional que um indivíduo desenvolve na idade adulta depende do vínculo entre a criança e os seus cuidadores. O apego ou vínculo afetivo pode ser um preditor de como o indivíduo se comportará como adulto ao relacionar-se com os demais, parceiros amorosos ou filhos.

O estilo de apego comporta um fator de resiliência psicológica ou um fator de risco quanto ao potencial que tem para fomentar a saúde e bem-estar emocional e um adequado funcionamento cognitivo ou, ao invés, ser a fonte de problemas psicológicos.

Tipos de apego

Dependendo da resposta do cuidador, a criança pode desenvolver vários tipos de apego:

Apego seguro

Surge quando a criança desenvolve a confiança de que o seu cuidador (ou cuidadores) se mostrará sensível e colaborativo em relação às suas necessidades básicas ou perante uma situação ameaçadora ou assustadora. Na edificação deste tipo de apego, a mãe tem um papel fundamental. A figura materna é a base para a construção da resiliência. O recém-nascido é todo ele necessidade e depende totalmente da mãe para satisfazer as suas necessidades. Nesta fase, a criança se torna totalmente confluente com a mãe. A progenitora é a única referência de proteção e de amor para a criança. Quando a mãe cumpre um papel de suministradora das necessidades da criança e contribui para que ele tenha um ambiente seguro em seu redor, promove o aparecimento de uma relação de apego seguro que constitui a plataforma para o desenvolvimento da resiliência na criança. Como expressa Margarita F. Mascovich ao citar Fonagy, "o apego seguro é o condutor seguro para a resiliência".

O fato de a criança desenvolver um apego seguro depende de como o tutor adulto (mãe, pai ou outro) se vincula a ele. Se o contato do tutor com a criança é estabelecido com sensibilidade às necessidades da mesma, se o tutor expressa as suas emoções de forma positiva e congruente, se desfruta do contato físico com a criança, ela terá mais possibilidade de desenvolver confiança e segurança, assim como uma autorregulação emocional superior e uma maior congruência nas suas manifestações emocionais.

O apego seguro representa os laços afetivos que atuam como mecanismos ou sistemas de autoproteção perante as adversidades e choques hostis e estressantes do ambiente.

Apego ambivalente

Neste caso, a criança sente insegurança em relação ao seu tutor, já que o mesmo não é congruente nem consistente na resposta em relação a ela. Neste contexto, se estabelece uma relação do cuidador com a criança caracterizada por baixa comunicação verbal, baixo contato físico, assim como baixo nível de resposta ao choro e vocalizações da criança. Como consequência, a criança desenvolve um comportamento colérico e ambivalente, mostrando-se passiva, dependente e pouco disponível para aceder a regras e limites. Este comportamento é a resposta a uns cuidadores que apenas respondiam à sua expressão emocional de forma intermitente e ambivalente, reagindo mais aos sentimentos negativos que aos sentimentos positivos da criança.

Na fase adulta, as pessoas que desenvolvem um apego ambivalente mostram-se dramáticas e excessivamente emocionais, como consequência de que a base da sua segurança funcionou mal, mantendo um comportamento "excessivamente apegado" e colérico, com baixa regulação emocional.

Apego inseguro (evasivo)

Surge quando o adulto não responde às demandas de proteção da criança ou é inconsistente na resposta, provocando insegurança na mesma. Este tipo de vínculo impede que a criança satisfaça a sua necessidade de segurança, dando lugar ao isolamento da mesma (evita o contato) ou ao desenvolvimento de uma atitude ansiosa ao notar falta de disponibilidade do seu cuidador.

Sob este contexto, o cuidador evita o contato físico com a criança. Por outro lado, os seus comportamentos são de rejeição da criança e de oposição aos desejos dela. Este estilo re relacionamento com a criança por parte do tutor gera um distanciamento dela em relação a ele, evitando o contato físico e emocional com ele.

Apego desorganizado

Este apego acontece quando o tutor (es) é ambivalente no seu trato e na forma de se vincular à criança, já que algumas vezes aceita e responde favoravelmente e outras vezes a rejeita, fazendo com que a criança gere medo e confusão em relação a ele. Nesse tipo de vinculação afetiva, o cuidador não oferece respostas que suportem o bem-estar da criança-

Este estilo de apego em particular é diretamente associado ao maltrato infantil, muito provavelmente pela experiência de abusos e maltrato que o tutor sofreu.

Este tipo de apego é o que apresenta maior risco, dada a hostilidade demonstrada pelo tutor, que se traduz em rejeição, abuso e maltrato da criança.

Desenvolvendo a resiliência humana

Como promover o desenvolvimento e o forjamento precoce dos pilares da resiliência? Como uma pessoa, família, instituição ou nação conseguem articular e oferecer os recursos externos que permitem retomar um tipo de desenvolvimento saudável e funcional à pessoa que recebeu o trauma? Que estratégias podem ser aplicadas para promover a resiliência? Vejamos alguns elementos chave no processo:

  • Contexto familiar

Em primeiro lugar, avaliemos como S. Sánchez expressa esta questão: "A resiliência é uma característica que se pode aprender como produto de uma interação positiva entre a componente pessoal e ambiental de um indivíduo". Esta componente ambiental mencionada por Sánchez é constituída, inicialmente, pela família.

Não há dúvidas de que a maior responsabilidade para a promoção da resiliência cai sobre a família, já que caminha de mãos dadas com as leis do desenvolvimento e ecologia próprias do ser humano. Dentro da família, o principal papel promotor é a resiliência pertence à mãe, como tutora principal. É assim que a interação funcional ou disfuncional da mãe com a criança geram na mesma aprendizagens que conformarão a forma de vínculo afetivo e o estilo relacional de fortaleza ou debilidade, que será a base de atuação e respostas do indivíduo aos desafios e exigências do ambiente. Em sintonia com esta linha de pensamento, os resultados empíricos confirmam que o tipo de vínculo afetivo edificado nos primeiros anos de vida criam as bases para o desenvolvimento de uma pessoa capaz e segura, com as forças necessárias para enfrentar e superar fortes adversidades e experiências traumáticas.

  • Tutores de resiliência

Outro elemento indispensável no processo de desenvolvimento da resiliência deixa-se entrever na resposta esclarecedora aportada por Boris Cyrulnik em uma entrevista publicada na Le Figaro Magazine: "Todos podem tornar-se resilientes, pois consiste em voltar a unir, dentro do possível, as partes da personalidade que foram destruídas pelo trauma. No entanto, a sutura nunca é perfeita e o destroço deixa rastos. Para ser resiliente, é necessário descobrir como os recursos internos se impregnaram dentro da memória, qual o significado do trauma para um, e como nossa família, amigos e cultura colocam recursos externos à volta do traumatizado para permitir que retome um tipo de desenvolvimento.

Estes recursos externos que Cyrulnik menciona apenas podem ser oferecidos pelos tutores da resiliência (família, amigo, cultura). Acrescenta Cyrulnik: "Se a ferida é demasiado grande, se ninguém sopra as brasas de resiliência que restam no seu interior, será uma agonia psíquica e uma ferida impossível de curar" (Cyrulnik, 2001). Sobre o tema, comenta também Ma. Elena Fuente Martinez "Nesse processo de reconstrução, a presença dos outros é significativa, pois na solidão não é possível encontrar os recursos para sanar a dor, necessitamos outra pessoa para expressar, falar, compartilhar, significar e construir ações que permitam elaborar as experiências dolorosas".

  • Sentido da vida

Finalmente, dar um sentido à vida é um elemento essencial que permite que a pessoa que sofreu o trauma possa superá-lo. Sobre isso, Anna Forés comenta: "Quando a procura de sentido tem um final favorável, a pessoa traumatizada pode avançar no seu processo de transformação. Caso contrário, se esta busca continua indefinidamente sem repostas, apenas encontraremos uma ferida que nunca cicatrizará: a sensação de desassossego e dor continuará por muito tempo". Nietzsche dizia o mesmo: "Quem tem por que viver, encontrará um como". Ou dito em palavras do Dr. Stephen Covey: "Desgraçado o que não vê sentido na sua vida, nenhuma meta, nenhum intento e, por isso, nenhuma finalidade em vivê-la, esse estaria perdido. O homem que toma consciência da sua responsabilidade perante o ser humano que o espera com todo o seu afeto ou diante de uma obra inacabada, jamais poderá jogar sua vida ao mar. Conhece o «porquê» da sua existência e pode suportar quase qualquer «cómo»".

O ser humano vive permanentemente em busca de um significado que dê sentido à sua vida e, quando não encontra um, sucumbe perante as exigências do ambiente. Como dizia R. May: "O ser humano não pode viver uma condição de vazio por muito tempo: se ele não está crescendo em relação a algo, não só se estanca a ele mesmo; as potencialidades reprimidas convertem-se em morbosidade e desespero e, eventualmente, em atividades destrutivas". Esta realidade se torna ainda mais clara em situações de dificuldade e carência importantes (morte, pobreza extrema, perdas importantes, doenças, maltrato, privações, abusos, etc.).

O Dr. Victor Frankl, sobrevivente dos campos de concentração nazistas e, sem dúvida um resiliente, diz: "Uma pessoa que se projeta em direção a um sentido, que adotou um compromisso por ele, que o vê desde uma posição de responsabilidade, terá uma possibilidade de sobrevivência incomparavelmente maior em situações de limite em relação ao resto das pessoas normais".

O sentido faz com que a pessoa imersa em situações devastadoras e trágicas se abra em relação a aspetos positivos e esperançosos da existência.

Resiliência: o que é e como ser resiliente - Desenvolvendo a resiliência humana

Resiliência humana: Conclusões

  • Os estudos demonstram que, quando as crianças conseguem estabelecer um vínculo seguro como apego nos meses e anos de início de vida (segurança, confiança com o tutor, etc.), esta condição atua como um preditor de sua capacidade de resiliência. A mãe tem um papel fundamental neste processo, embora a criança não seja só um "recipiente passivo" no processo, mas sim "coautora" junto com a mãe e o pai, sem esquecer o peso do contexto cultural. Por sua vez, os estilos de apelo inseguro dificultam o aparecimento da resiliência, embora este estilo de apego não deva ser visto, em termos deterministas, como uma fatalidade, mas sim como uma tendência que pode ser revertida, quando abordada adequadamente.
  • No momento do trauma, a existência de tutores de resiliência serve como apoio fundamental para ajudar o indivíduo a recuperar o sentido da vida. Nas palavras de Boris Cyrulnik, se requer "alguém que lhes marque a vida de forma positiva, no plano dos afetos".
  • A evidência empírica mostra que as crianças resilientes, que conseguiram estabelecer um apego seguro, manifestam competências para a interação pessoal, a socialização, a força para superar as adversidades, a autorregulação afetiva, a orientação em relação aos recursos sociais, a autoestima saudável, a criatividade e o engenho para superar obstáculos, entre outras.
  • "A resiliência é um processo dinâmico que ocorre no passar do tempo e que se sustenta na interação existente entre a pessoa e o ambiente, entre a família e o meio social. É o resultado de um equilíbrio entre fatores de risco, fatores protetores e personalidade de cada indivíduo, funcionalidade e estrutura familiar." (Alicia Engler)

Este artigo é meramente informativo, em Psicologia-Online não temos a capacidade de fazer um diagnóstico ou indicar um tratamento. Recomendamos que você consulte um psicólogo para que ele te aconselhe sobre o seu caso em particular.

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Bibliografia
  • Moneta María Eugenia, Apego, Resiliencia y Vulnerabilidad a Enfermar: Interacciones Genotipo-Ambiente. Gaceta de Psiquiatría Universitaria, Universidade do Chile, año 3, volume 3, No. 3 setembro de 2007.
  • Cyrulnik Boris, De corpo e alma, Gedisa, 2007
  • Entrevista a Boris Cyrulnik por Catherine Nay e Patrice De Meritens, Le Figaro Magazine, sábado 24 de julho de 1999. Edição Internacional.
  • Fuentes Ma. Elena, ¿Es posible la felicidad? Vínculo y apego.
  • Domínguez J., Resiliencia Después del Huracán Katrina y Rita.
  • Sánchez S. (2003). Resiliencia. Como generar un escudo contra la adversidad. Diário El Mercurio. Acessado em 12 de outubro de 2005.
  • Forés Anna, Pedagogía de la Resiliencia, Revista Misión Joven. No. 377 - 2008
  • Covey Stephen, El 8vo. Hábito, 2005
  • Frankl Victor, En el principio era el sentido, 2000

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